23 de janeiro de 2011

ANGELIQUE KIDJO - uma música de peso


Quando mais novo, costumava ver na televisão um clip de Angelique Kidjo, Wé-Wé, chamava-se a música. Gostava da música, por causa do ritmo meio rap que tinha e porque ela engraçada a dançar, eu devia ter uns 12 ou 13 anos na altura. Angelique era tão marcante que pusemos o seu nome àquele corte de cabelo característico dela e aqueles passos a MC Hammer que ela fazia no vídeo (ou seja, nem só eu gostava). 

wé-wé (logozo)

o meu sobrinho de 3 anos adora esta música, quando está a chorar mal a ponho a tocar ele se cala

Angelique tem uma voz e tanto, e que ela consegue moldar conforme lhe dá na telha.

Escutei quatro álbuns dela recentemente para escrever isto: Ayé (1994), Black Ivory Soul (2002), Djin Djin (2007) e Oyo (2010), e todos os quatro são totalmente diferentes (compreendendo o totalmente diferente de um artista, pois todos têm os seus vícios sonoros que vão repetindo ao longo da maior parte das suas músicas  - se até o grande Bach vive de variaçoes do mesmo, em repetitivos acordes e estrutura).

Angelique tem um ritmo cativante, uma sonoridade alegre e contagiante. E se me perguntarem de qual álbum dela gostei mais, na verdade não saberei dizer, porque as minhas músicas preferidas espalham-se pelos diferentes álbuns dela, porém acho o Djin Djin o mais cativante de todos, porque não houve nenhuma música nele que eu não gostasse, e o Black Ivory Soul mais extravagante em termos de experimentação alternativa.


move on up, ft John Legend e Bono (Oyo)

Para quem nunca ouviu, dá uma chance… e se calhar para aprender a gostar dela deve começar pelo sons que ela trabalhou com nomes de peso. Por exemplo, experimentem esta pérola com Carlos Santana a fazer magia como sempre.


bónus
Adouma (versão original, álbum Ayé)
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