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13 de junho de 2025

DEAR FRIEND KRIOL (OF INNERSELFNESS)

 dear friend kriol,

 i love to stroll 

in your hall, dear;

it stirs me up, dear.

it’s where i steer 

my thoughts and feelings,

feeling no fear, 

seeing all clear,

dealing with the doubts 

that are in my near,

and knowing how to 

navigate my sphere.

 

i feel full 

because you fulfill 

my feelings, 

filling my emptiness.

 

when i dive 

inside your tide,

i feel like 

i am more alive,

it seems like 

i could deem 

what words would fit 

within the world 

i want to build, 

where love is the key 

to make lives 'more free'.

 

dear friend kriol,

you see, if i started

to understand who i was,

it was because 

of what your code does. 

who i was? 

who i am?

i organized my mayhem

and my understanding stemed 

from the system you coded:

the language, 

the philosophy,

that i engaged with 

to feel so free,

that i used with wit 

to read myself.

 

kriol, 

it was you who helped me

to communicate with the world

i was born in, so i sworn that

i would live and love you 

and spread you with craft,

because it was you who taught me

how to navigate my thoughts, 

and you were there always lurking

in my first steps in talking

and in my first talks in walking.

 

it was you who drove me

into breaking ropes 

and expressing love 

for the first time,

to make my first rhyme,

to climb over my first fright

and find words to describe 

my first kiss… 

so sweet!

 

kriol, it was in you that 

i was building all my jokes, 

enchanting all my songs, 

you were living in my jaws 

and screaming with my lungs,

sometimes just to jolt joy,

some short, some long,

some warm, some cold,

sharing a swarm of emotions.

 

dear kriol, 

for me it is such a luck 

to write you this card, 

but i would prefer another tack 

for this task,

because 

writing to you in english... 

fuck!... it sucks.


17 de maio de 2020

COMO ESCREVER EM KRIOL (PARTE 2)


Esta é a segunda parte de um exercício que comecei aqui:

Apesar de se escrever cada vez mais kriol, há uma série de “erros” que continuam a aparecer nessas escritas e vou elencar alguns de uma forma simplificada, mas que possa permitir posteriormente discussões mais profundas.


2. PROBLEMA NA SEPARAÇÃO DAS PALAVRAS

Não são incomuns textos onde aparecem palavras como “BADJA” em vez de “BA DJA”, por exemplo, para significar “Já te tinha dito...”, escrevem “N’ falau BADJA…”, ao invés de “N’ falau BA DJA…”. “Badja” significa “dançar, bailar”. “BA DJA” seria o correto, uma vez que “BA” é um marcador de passado e “DJA” é um advérbio de tempo. Mas vamos tentar deixar aqui a complicação nomenclatural para os gramáticos e os linguistas e tentarmos ficar mais na terra.

Escreve-se muitas vezes sem separar a palavras que quando não separadas significam outra coisas, tal como BADJA / BA DJA, há muiiiiiiiitas outras, mas vou elencar aqui apenas algumas:

AMINA, AMI NA, BOTA, KUTA, KUNO, IKUMA, SIBIME, DIDIME, NEGADE, NONA, NOTA, INA, ITA, NOSBA, KUM MOSTRAU, IKATA, BANHUS, NKUME.

A maior parte destas palavras têm em comum os seguintes marcadores:


2.1. MARCADORES LINGUÍSTICOS

BA – marcador de passado – Aparece sempre depois do nome/pronome ou do verbo. “Djon BA ki fala” ou “Djon ki fala BA” (O João é que tinha dito).

BA – marcador plural associativo – aparece sempre antes do nome próprio “BA Djon na se bairu” significa “As pessoas do bairro do João”. (Prometo dar mais e melhores explicações sobre este marcador nas minhas aulas de KRIOL EM 42 LIÇÕES, quando sentir vontade de voltar a elas).

KA – marcador de negação – “i KA sibi” (ele/a não sabe). Nota: para quem está habituado com o inglês, “KA” funciona como o “DON’T”, não dizes o “KA” para dizer “Não”, mas para fazer frases negativas.

TA – marcador de aspeto habitual – usa-se para descrever algo que fazes com frequência, “Djon TA djuga tudu dia” (O João costuma jogar/joga todos os dias); para descrever um estado “Djon TA djuga na Futebol Clube de Sonaco” (o João joga no futebol clube de Sonaco); para descrever uma atitude ou ação ou qualidade que caracteriza uma coisa ou uma pessoa: “Djon TA djuga bem” (O João joga bem /O João é bom jogador) ou "Tchuba ta tchubi nam na agustu" (Chove muito em agosto).  

NA – marcador de aspeto contínuo / ou do futuro (depende do contexto) –  Ex. de contínuo: “Pera un bokadu, n’ NA kume.” (espera um bokadu, estou a comer); ex. de futuro: (Amanha n’ NA kume tok.” (vou comer muito amanhã). No inglês é basicamente o “ING”.

Enfim, acho que esta descrição acaba por servir mais para os não falantes de kriol ou os que estão a aprender a língua, porque os falantes de certeza sabem disto claramente. Mas para os escreventes de kriol, serve isto apenas para mostrar que KA, BA, TA e NA, são palavras independentes com a sua própria categoria gramatical, por isso não devem ser escritas juntas às outras palavras.

Sobre algumas palavras acima listadas:

IKA / ETA / UNA / BUTA / BOTA / BONA /. O mais certo seria: I TA, E NA, U NA, BU TA, BO TA, BO NA. Pensem nisto: “I” “U” “BU” “BO” são pronomes, pronome são palavras que podem ser substituídas por nomes. Então, tal como não escreverias juntos “DjonTA fala” “JoanaNA kume”, então faz sentido separar os pronomes dos marcadores, "N' TA", "BO TA", "KU TA" "KU NO", além do mais "BOTA" é um sapato, “KUTA” é nome de mulher, e “KUNO” é nome de pampana (dependendo da pronúncia, é certo). 



2.1.1. BA e BA

Também há quem use o “BA” para referir o passado, ligando-o imediatamente ao verbo. É uma influência do português, que usa o “VA” para o pretérito imperfeito, por exemplo, ESTAVA – ESTA(r) (verbo) + VA(sufixo) – logo, alguns escrevem também “STABA”, “CALABA” “KUMEBA” “FALABA”, entre infinitos verbos. A questão é que o “BA” não é um sufixo, mas um termo independente, um marcador do passado (neste caso específico). E “BA”, como observado, pode vir depois do NOME e do VERBO, como no exemplo acima: “Djon BA ki fala” ou “DJON ki fala BA”, por isso acho que escrever “falaBA” transforma o “BA” num sufixo quando ele não o é. Mas, de qualquer forma, isto é apenas uma observação, escreve “fala ba” ou “falaba”, apenas escreve, a língua kriol agradece.

NOSBA (i papia ku NOS BA – tinha falado connosco, definitivamente escreve-se separado).


Quanto ao segundo BA. 

Alguns escrevem “BANHUS” (para dizer “os senhores) ou “BANHARAS” (as senhoras). Mas como BA é também uma palavra por si, e tal como não escreveríamos “BADjon”, mas “BA Djon”, e tal como “nhara” (senhora) é uma palavra independente, por exemplo, as “nharas” de Cachéu, ou o “nhara-sikidu” (o arbusto, alguém se lembra?), penso que o mais certo aqui seria “BA nhus” “BA nharas”. Mas outra vez vou dizer, isto é apenas uma observação não imposição.


2.2. SEPARAÇÃO ENTRE PRONOMES E VERBOS

IKUMA, NKUME… entre outros. Seguindo os exemplos acima, penso que devemos separar os pronomes “I” “N”, e os restantes, do verbo, porque não escreverias  “DjonKUME”.
NKUME é juntar o “N” ou “ N’ ” depende do código escolhido por quem escreve, com o verbo logo a seguir.  Mas imagina que o verbo fosse “NVENTA”, então escrever-se-ia “NNVENTA”.

AMINA, AMI NA… Aqui falta o pronome forte “ N’ ”. Notemos que em kriol, dizemos “AMI” “ABO”, etc, para fazer referências às pessoas, mas para conjugar verbos temos de dizer “ N’ ”, “BU / U”, entre outros. AMI NA bai, significa que a pessoa com o nome AMI está a ir, não que eu estou a ir. “AMI N’ NA bai” já é outra questão. Mas entre AMINA e AMI NA, por favor, escreve AMI NA.


2.3. SEPARAÇÃO ENTRE OUTRAS PALAVRAS E AS PARTÍCULAS DISCURSIVAS

ME, DE, PON/PO, BO, NAN, PRO, GORA (não me lembro de outras agora), são partículas discursivas, quase sempre enfáticas, também termos independentes dentro do seu próprio contexto. Quando digo independentes não significa que podem ser usadas sozinhas, pois estão sempre condicionadas a um contexto, mas pertencem a categorias próprias. Se calhar são advérbios, pois alguns comportam-se com algumas palavras ou termos que em português são advérbios ou locuções adverbias.

NEGADE é claramente um erro, “i nega DE” (ele negou mesmo), parece-me mais certo, pois ainda podemos dizer “i nega GORA DE” ou ainda dar mais ênfase “i nega NAN GORA DE”, e sei lá, talvez até possamos exagerar e dizer: “I NEGA NAM GORA DE BO”.

Penso então o DIDIME deve obedecer à mesma separação das palavras (DIDI ME), principalmente porque usamos o DIDI sozinho, e o ME no "DIDI" so adiciona o ênfase. "DIDI mursegu ka ta bota ovu", "DIDI ME mursegu ka ta bota ovu" (Afinal os morcegos não põem ovos).



Bem, isto acabou por ficar muito mais comprido do que eu contava. 

Vou, portanto, ficar por aqui, por enquanto, depois mostro outros exemplos sobre os problemas em escrever kriol.



10 de maio de 2020

COMO ESCREVER EM KRIOL (PARTE 1)



Comecei este artigo a pensar: será que é coerente fazer um texto sobre a escrita de kriol em português, quando quem quero alcançar são os escreventes de kriol? Não seria mais lógico fazer o texto em kriol? Isso vou discutir depois, para já vamos ao que interessa.

Ver pessoas a escrever kriol cada vez mais pelas redes sociais e “messengers” deixa-me muito contente, porque estamos a abraçá-lo mais, e a discussão sobre a oficialização de kriol que teima em aparecer, então… mais contente ainda me deixa.

Entretanto, apesar de se escrever cada vez mais kriol, há uma série de “erros” que continuam a aparecer nessas escritas e vou elencar alguns de uma forma simplificada, mas que possa permitir posteriormente discussões mais profundas.



     1. FALTA DE COERÊNCIA ORTOGRÁFICA

É certo que não temos um sistema ortográfico normalizado, embora existam propostas, por isso cada um escreve com o sistema que lhe dá mais jeito, alguns utilizam o sistema português para o efeito outros sei lá qual. Todavia, não importa o sistema que se utilize, é preciso que haja coerência nos textos, que se “uniformize” a escrita dentro do sistema escolhido. Por exemplo:

1.A: “C” e “K”

Alguns escrevem, usando as letras “C” e “K” indiscriminadamente, uma vez escrevem “kana” outras, “cama”, umas “baka” outas “faka”. É certo que as duas letras fazem o som de “K” neste contexto, mas é bastante aleatório escrever com qualquer uma delas.

Sugestão: escolhe uma letra e fica por ela, ou escreve tudo com “K” ou “C”, mas não andes a djugutar de uma para outra aleatoriamente.

1.B: “S”, “Ç” e “SS”

Eu confesso que me estranha a utilização do “Ç” em kriol (mas isso sou eu). Na verdade, há poucas línguas no mundo que o usam e em algumas delas tem som diferente do “S”. E mesmo em português eu acho dispensável, o “S” dobrado, faria muito bem o “servisso" (mas isso é só uma opinião). Enfim… Também não me parece muito coerente escrever-se “bedjiÇa” e logo a seguir “garandeSa”, “malandriSa” ou “mufineSSa”, porque se se considerar que os sufixos se escrevem “EÇA e IÇA” eles não variam, portanto, é aconselhável (para os que usam o Ç) escrever tudo com “Ç” e evitar as variações (os sistemas publicamente propostos para kriol utilizam todos "S" simples, e nunca "Ç"). “RaÇa”, “raSSa” e “raSa" no mesmo texto para significar a mesma coisa é horrível.

Outra variação aleatória é entre “S” e “SS”. Umas vezes “kaSa”, aparecer ao lado de “mASSa”, “kuscuS” aparece ao lado de “djambakuSS”.

Sugestão: escolhe escrever todos os sons de “S” entre vogais com “SS”, ou então com “S” apenas. E se escolheres o “S” simples para representar o som de “S” entre vogais, também não o use para representar o som de “Z”, como em “atraso” ou “ranhoso”.

1.C: “R” E “RR”

Escrever “nha teRa sta na gueRRa”, ou “gaRan di mancaRRa” não faz muito sentido, principalmente porque nós não dizemos o “R” dobrado em kriol. “karu karu - caRRo caRo” “sera - seRRa” (di karfinteru) ou “sera - ceRa” (di bagera), é a mesma “sera” dizemos os dois da mesma forma, por que não escrever da mesma forma?

Sugestãoesquece o “RR”, escreve tudo com o “R”, assim vais errar menos quando até palavras que em português se escreve com “R” simples escreves com “RR”.

1.D: “U” e “O”

Eis outras letras que são usadas indiscriminadamente, principalmente no fim da palavra. “FanadO”, “bonitU”, “faladU”, “sintadO”, “mortU”, “rostU”, “komboiU”, e por aí fora.

Sugestão: escolhe acabar tudo com “O” ou com “U”, mas não fiques a saltar injustificadamente entre um e outro. E se escolheres acabar tudo com "O" então põe acento em "Ó" nas palavras que acabam com O aberto, como em "koko" ou "da bolo", para não ser lido como em português "coco" ou "dar bolo"

1.E: “CH” e “X”

Também escrever “chatu” e logo depois “xapa” parece uma escolha não consciente.

Sugestão: opta pelo “x” ou pelo “ch”, e se optares pelo “X”, proponho que não o uses como “Z” em palavras como “ixami”, porque se depois escreveres “bruta di mexa”, fica difícil perceber se é “bruta di mecha” ou “bruta di mesa”… eu sei, estou a brincar, há sempre o contexto para ajudar, mas vamos tentar mais coerência.

1.F: “N” e “ N’ ”

As propostas ortográficas que foram publicadas até agora usam o “ N’ “ para dizer “EU”, por isso, em palavras com “ntindi”, “nventa” “ntrumpi”, etc, penso que não é preciso escrever o “ N’ “ com apóstrofo, pois sendo o “ N’ “  EU, então, “n’tindi” seria “eu tendi” não “eu entendi”, e mais fica quando se escreve “bu n’tindi”, pois assim fica “tu eu tendi”. Sim, o contexto, sim… mas é preciso acertar a ortografia e facilitar o trabalho a quem lê. “N’ ntindi” tem o sujeito “N’” e o verbo “ntindi”.

Sugestão: para as palavras “ntindi”, “ntrumpi” “ntera”, etc, penso que fica melhor não usar o apóstrofo depois do N (N’). Há quem não separe o “ N’ ”, sujeito, do verbo, escrevendo, por exemplo, “n’kunsi”, eu também não o fazia até há algum tempo e não me parece que isso seja um problema desde que haja coerência, mas para palavras como “N’NTINDI” não separar o sujeito do verbo torna a coisa um bocado mais complicada, mas se o separarmos ali, então sugiro que o separemos nos restantes.

1.G.: “N’A” e “NGHA”

Para as palavras como “N’ala”, “n’oroto”, alguns escrevem “nghala”, “nghoroto”, ou podia dizer aqui o contrário, para palavras como “nghala”, “nghoroto”, alguns escrevem “n’ala”, “n’oroto”, eu escrevo desta última forma. 

Sugestão: Não importa a forma que escolheres para escrevê-la, o que é preciso é que haja a famosa coerência. Para os que escrevem “N’ala”, vê-se aqui a necessidade de separar o sujeito do verbo, para que não se pense que a palavra é uma frase. 

Para os que escrevem “Nghala”, quando chegar a altura de escrever “N’ alinha”, também devem separar o sujeito do verbo, porque senão o sistema usado para representa o som “ N’ ” fica a parecer aleatório, pois “N’ghalinha” seria mais coerente dentro desse sistema (embora seja possível construir uma regra à parte para conjugações neste caso).




Vou ficar por aqui, por enquanto, depois mostro outros exemplos sobre os problemas em escrever kriol. Enquanto isso, podes dar uma vista de olhos nisto: SISTEMAS DE ESCRITA DE KRIOL.
http://montedepalavras.blogspot.com/2016/03/as-licoes-do-guineense-kriol-introducao.html


1 de novembro de 2018

SINTIDUS - REVISTA DE ESTUDOS CIENTÍFICOS E INTERDISCIPLINARES (1º número)


Durante muito tempo só existia uma revista científica na Guiné-Bissau, ou melhor, produzida na Guiné-Bissau: Soronda, uma revista do INEP, que desde 1986, durante 10 anos foi semestral, fez uma pausa de um ano, voltou em 1997 e durante 8 anos tornou-se anual; fez outra pausa de 13 anos e voltou a publicar em 2017, e só espero que não mantenha a frequência.

Para não deixar a Soronda sozinha, eis que aparece, em 2018, SINTIDUS (Revista de Estudos Científicos e Interdisciplinares da Universidade Lusófona da Guiné), que publicou o primeiro número, em formato eletrónico e, agora, físico.

É hábito estudantes (guineenses) dizerem que não há muito material científico sobre a Guiné-Bissau, eu não concordo, quer dizer, em certas áreas há mais que em outras, e podia-se produzir mais. Sem falar da Soronda que contraria essa ideia, a SINTIDUS está a mostrar também agora que ela não é verdadeira.

A Revista nº 1 tem artigos de qualidade e de relevância sobre a Guiné-Bissau. Sem dizer que tem a pinta de fazer os resumos todos em kriol. Estudantes, investigadores e curiosos hão de gostar das matérias. 

O primeiro número consiste da observação sobre a observação da Guiné do ponto de vista de um “observador ou investigador” português, e passa pela relação entre os fulas e o mandingas no Kaabu, que apesar de analisar o passado é bastante pertinente para a situação atual e para a compreensão a parte da nossa sociedade, passando pela literatura e análise social pela escrita, ainda pela questão do kriol e da necessidade de normalizar a sua escrita, e também pela questão da justiça na Guiné-Bissau e relação entre o poder do estado e o poder tradicional nessa esfera, até ao assunto das alterações climáticas e seus indicadores, o que é bastante importante, considerando o que vimos neste último ano em Bissau. Por fim, a revista fecha com um ensaio fotográfico sobre a cidade, que apenas critico porque quer mostrar a África através da Guiné-Bissau, quando nem pode mostrar a Guiné-Bissau através de Bissau, por causa da miríade cultural guineense, o que me faz bradar: “DEUS DO CÉU!, ÁFRICA NÃO É UM QUINTAL NUM BAIRRO! ÁFRICA É IMENSA, PAREM COM SIMPLIFICAÇÕES”.

SINTIDUS encontra-se agora em formato físico e pronto para ficar na tua biblioteca e auxiliar-te nas tuas investigações e se não o quiseres aí, podes sempre adquiri-lo para oferecer a um amigo, e para isso precisas apenas de escrever sintidus.revista@gmail.com ou (se estiveres em Bissau) contactar +245 955977108 ou ir à Universidade Lusófona perguntar, ou mandar menino.

Aproveita e vai comprar que o número é limitado. Kim ki tchiga prumeru siti ku liti bas di kama di si mame.

Eu já tenho o meu. Na verdade, tenho mais dois outros outros e vou oferecer um à primeira pessoa que me responder a esta pergunta: Si kinkinhin kankanhan i “prenhada bambu n’ utru”, nton ke ki kankanhan kinkinhin? Pa konvensim, bu tem nam k' kontam kal ki signifikadu di es dus palabra.

O segundo livro, para ser justo para os meus amigos não falantes de kriol, vai para quem responder a esta pergunta: “uma meia meia feita, outra meia por fazer, quantas meias são?

N.º 1, 2018
AUTOR
ARTIGO
Raul Mendes Fernandes
Manuel Bívar & Sadjo Papis Mariama Turé
Jorge Otinta
Luigi Scantamburlo
Sara Guerreiro
Orlando Mendes
Gustavo Lopes Pereira & Ana Filipa Lacerda



4 de julho de 2018

SORONDA - REVISTA DE ESTUDOS GUINEENSES (Lista dos artigos da 1ª série)

É muito comum os guineenses, inclusive "professores", dizerem: não há estudos sobre a Guiné-Bissau. Eu também o disse durante muitos anos até ter descoberto o contrário. 

É verdade, todavia, que há uma diferença abismal entre o que se fez e o o que poderia ser feito, significando que muitos estudos estão por fazer; e é certo que há muitas áreas negligenciadas (a arquitetura e o urbanismo, por exemplo), mas em qualquer delas, existe sempre um ou outro exemplar. 

SORONDA -  REVISTA DE ESTUDOS GUINEENSES, uma publicação do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas), reúne vários artigos de interesse sobre a Guiné-Bissau. Os números produzidos encontram-se digitalizados e disponíveis nesta página: Casa Comum

Duas séries foram produzidas: a primeira, semestral, de 1986 a 1995, com 20 números; a segunda (Nova Série), anual, de 1997 a 2004, produziu 8 números, foi interrompida até 2017, e lançaria o 9º número em julho desse ano.

Como as revistas estão em formato de imagens não pesquisáveis, é sempre uma chatice encontrar artigos que me interessem ou voltar a eles depois de encontrados, por fiz esta lista para me ajudar nessa tarefa e creio que poderá também ter alguma utilidade para alguns investigadores ou curiosos sobre a matéria da Guiné-Bissau.

Aqui, contudo, só disponibilizo a lista da primeira série; quando acabar de listar a segunda, vou também partilhá-la. Aproveitem.



SORONDA, 1ª Série


N.º 1, janeiro de 1986
AUTOR
ARTIGO
Carlos Lopes
A Guiné-Bissau à procura de uma modelo social 
Carlos Cardoso & David Gonzalez
A reconstrução da história contemporânea da Guiné-Bissau através da oralidade
Diana Handem
O arroz ou a identidade dos Balanta-brassa
Gertrud Achinger
Família guineense: estabilidade e transformação
Abdulai Silá
Aproveitamento da energia solar na Guiné-Bissau: perspectivas e problemas
Rui Ribeiro
Os censos e as sociedades camponesas
Alexandre Furtado
Investigação sobre a história do ensino na Guiné-Bissau
Jean Pierre Lepri
Contribuição para a análise sociológica da Guiné-Bissau actual
David Gonzalez
25 anos de estudos africanos na América Latina
1. Jean Pierre Lepri
2. D. Vicente
Notas de leitura:
1. Guinea Bissau: from shadow toward light? (ou da sombra para a luz), de Carlos Lopes
2. A primeira visão de conjunto sobre a missionação na Guiné, de Henrique Pinto Rema

N.º 2, junho de 1986
AUTOR
ARTIGO
Diana L. Handem
Ciências sociais e políticas de desenvolvimento
Carlos Cardoso
Sociedade-Indivíduo-Crime: Contribuição para uma nova abordagem criminológica
Jean Pierre Lepri
Sobre as Causas do insucesso escolar
Jean Louis Rouge
Uma hipótese sobre a formação do crioulo da Guiné-Bissau e da Casamansa
Djibril Baldé; Serifo Mané & Graça Santos
Estudos e Pesquisas sobre a Música Tradicional
A. Fonseca
Reflexões sobre o Sector da Energia
Carlos Lopes
O desenvolvimento desigual no pensamento de Samir Amin
1. Mário Santos
2. Jean Pierre Lepri
Notas de leitura:
1. Guinea-Bissau alfabeto: um momento de reflexão sobre a realidade nacional
2. A lição bijagó

N.º 3, janeiro de 1987
AUTOR
ARTIGO
Carlos Lopes
Homenagem a Aquino de Bragança
Carlos Cardoso & Rui Ribeiro
Considerações sobre as estruturas sócio-económicas das sociedades agrárias e a sua evolução histórica: um estudo de caso
Pablo Sdersky
As relações de trabalho numa sociedade de cultivadores de arroz: o caso dos Balantas de Tombali
Yvan Avena
A industrialização é possível na Guiné-Bissau?
Wilson Cruz
Análise da rentabilidade económica da barragem hldro-eléctrica do Saltinho
Diana Lima Handem
A Guiné-Bissau: adaptar-se à crise
lbrahima Djalo
Contribuição para uma reflexão-educação: multilinguismo e
unidade nacional
Eve Crowley
Análise de uma infelicidade: religião e interpretações pessoalistas
Vasco Cabral
A necessidade de cooperação técnica entre os países em desenvolvimento: uma reflexão

N.º 4, junho de 1987
AUTOR
ARTIGO
Mário Santos
Algumas considerações sobre a nossa situação sociolinguística
Jean-Pierre Lepri
A pesquisa-desenvolvimento em matéria de educação:
elementos para uma teoria
Rui Ribeiro
Barragens em Bolanhas de água salgada
Gertrud Achinger
Família guineense: estabilidade e transformação
Raul Mendes Fernandes
Nhomingas e Bidjogos - da pesca de «subsistência»
à pesca «comercial»
Eve Crowley & Rui Ribeiro
Sobre a medicina tradicional e formas da sua colaboração
com a medicina moderna
Jop de Jong; G. Klein & Tern Horn
Estudo básico sobre perturbações mentais no país
José Filipe Fonseca
A formação e a assistência técnica na agricultura e desenvolvimento rural
Carlos Cardoso
A importância crescente da informação e suas regularidades em Africa
Manuel Rambotlt Barcelos
Documentos para uma educação endógena na África Subsariana
Lars Rudbeck
Notas de leitura: Sobre Ulrich Schilfer

N.º 5, janeiro de 1988
AUTOR
ARTIGO
Joop T. V.M. de Jong
O irã, o fulano e a doença
Alexandre Chalyi
Normas do direito internacional na ordem jurídica da República da Guiné-Bissau
Vasco Cabral
Colonização e religião: da primeira evangelização à colonização dos povos da Guiné
Yvan Avena
Da experiência cooperativista na Guiné-Bissau
Lars Rudebeck
Observações sobre a economia política do desenvolvimento de r
uma aldeia aficana
Jean Pierre Lepri
Formação de professores, locais, materiais escolares e insucesso escolar na Guiné-Bissau
Documentos
Relatório da delegação do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde ao Seminário Económico Afro-Asiático (1965)
Eric Gable
Nota de leitura: Guiné-Bissau: Política, Economia e Sociedade, de Rosemary Galli e Jocelyn Jones

N.º 6, janeiro de 1988
AUTOR
ARTIGO
Yarisse Zoctizoum
O Estado e Reprodução Étnica em África
Carlos Lopes
Crise Ecológica e Conflitos Sociais na Guiné-Bissau
Mário Santos
Os Valores tradicionais e o Direito Consuetudinário no Contexto da Problemática da Delinquência Juvenil
Joop T.V.M de Jong
Investigação dos distúrbios mentais encontrados nas crianças atendidas pelas instituições de saúda na Guiné-Bissau
Erica Sabourin
Reflexões sobre as dinâmicas associativas e comunitárias na Guiné-Bissa
Grupo dos A.H. sob a coordenação de Carole Laurin
Instrunento de Pesquisa da Colecção Fotográfica dos Arquivos Históricos do INEP
Documentos
Mensagem de Vasco Cabral apresentada no Congresso Internacional dos Intelectuais em Varsóvia
Carlos Cardoso
Nota de Leiruta: Sociedade Agrárias na África de Expressão Oficial Portuguesa, de Peter Meyns (Editor)

N.º 7, janeiro de 1989
AUTOR
ARTIGO
Carlos Lopes
Resistências Africanas ao controle do território - Alguns casos da Costa da Guiné no séc. XIX
Mamadú Mané
O Kaabú - Uma das grandes entidades do Património Histórico Senegambiano
Carlos Cardoso
Conflitos interétnicos - Dissolução e reconstrução de unidades políticas nos rios da Guiné e de Cabo Verde (1840-1899)
Jorge Cabral
A política externa da Guiné-Bissau
Documentos
Estratégia para o desenvolvimento do sector da educação (aprovado pelo conselho de Ministros em 1988)
Ana Maria Delgado
Os filhos da revolução, filme de Flora Gomes

N.º 8, julho de 1989
AUTOR
ARTIGO
Raul Mendes Fernandes
O espaço e o tempo no sistema político bidjogó
Christine Henry
Marinheiros bidjogós: passado e presente
Mamadú Jao
Estrutura "política" e relações de poder entre os Brâmes ou Mancanhas
Faustino M'Bali
O Estado e os camponeses perante o constrangimento do desenvolvimento
Rosemary E. Gallí
Estado e sociedade na Guiné-Bissau
Huuntondjí Paulin
Investigação e extraversão: elementos para uma sociologia da ciência nos países da periferia
Documentos
Documentos dos Fundos de Arquivos da Circunscrição Civil de Cacheu sobre a sucessão dos régulos manjacos (1951 e l 952)

N.º 9, janeiro de 1990
AUTOR
ARTIGO
Boubacar Barry
A Senegâmbia do séc. XV ao séc. XX: Em defesa de uma história subregional da Senegâmbia
Peter Karibe Mendy
A economia colonial da Guiné-Bissau: “Nacionalização” e exploração, 1915-1959
George Brooks
Notas genealógicas de proeminentes famílias luso-africanas no séc. XIX na Guiné
Leopoldo Amado
A literatura colonial guineense
Roy van der Drift
O desenvolvimento da produção e do consumo de álcool entre os Balanta Brassa da aldeia de Foia, no sul da Guiné-Bissau
Documentos
Documentos coloniais: A terra para quem a trabalha?
Lars Rudebeck
Notas de leitura: Richard Lobban e Joshua Forrest, Historical Dictionary of the Republic of Guinea-Bissau, de Richard Lobban e Joshua Forrest

N.º 10, julho de 1990
AUTOR
ARTIGO
Carlos Cardoso
Ki-Yang-Yang: Uma nova religião dos Balantas?
Carlos Lopes
Relações de poder numa sociedade malinké: O Kaabu do séc. XIII ao séc. XVIII
Elly M. Opazo
Notas sobre a evolução fonética do português para o kriol
Philip J. Havik
A pesquisa sobre a transformação rural na Guiné-Bissau: Breve inventário de temas e autores após a independência
Documentos
Documento dos Fundos de Arquivos da Circunscrição Civil os Bijagós: O teatro colonial ou a invenção do real
Ronald H. Chilcote
Notas de leitura: Poder Popular e luta revolucionária

N.º 11, janeiro de 1991
AUTOR
ARTIGO
George E. Brooks
Bolama: centro de interesses imperialistas africanos, europeus, euro-africanos e americanos
Carlos Lopes
Uma perspectiva histórica da cooperação técnica em África
Fernando Padovani
O programa de Ajustamento na Guiné-Bissau e a discussão de um modelo
IngerTvedten
Programas de Ajustamento Estutural e implicações locais: o caso dos pescadores artesanais na Guiné-Bissau
Magnus Alvesson & Mario Zejan
Guiné-Bissau: o impacto do Programa de Ajustamento Estrutural sobre o bem-estar dos pequenos proprietários rurais
Documentos
Políticas e instrumentos, Comissão Económica para a África
Notas de leitura:
1. George E. Brooks
2. Daniel A. Pereira
1. Naissance de la Guiné. Portugais et Africains en Sénégambie (1841-1936), de René Pélissier
2. História da Guiné-Bissau. Portugueses e africanos na Senegâmbia (1841-1936), de René Pélissier

N.º 12, julho de 1991
AUTOR
ARTIGO
Fernando Padovani
Novos fantasmas no mato
Diana Lima Handem
Desenvolvimento na Base e Participação Popular: uma alternativa?
Sylvain Panneton
O Balafon de Tabato
Fafali Koudawo
Educação e sociedade na África pré-colonial
Ramiro Delgado Salazar
Etnia, espaço étnico e colonialismo
Julio D. Dávila
Planeamento urbanístico e territorial na Guiné-Bissau
Documentos
Um olhar sobre a história dos recenseamentos coloniais: o censo de 1950
Patrick Chabal
Notas de leitura: O ideal socialista em África
Carlos Cardoso
Educação e endogeneidade: o caso da Guiné-Bissau

N.º 13, janeiro de 1992
AUTOR
ARTIGO
Abdulai Silá
Estratégias de desenvolvimento e alternativas tecnológicas: um estudo de caso (Guiné-Bissau)
Peter Karibe Mendy
Conquista mililar da Guiné: da resistência à «pacificação» do Arquipélago dos Bijagós
Mamadú Jao
Aspectos da vida social dos Mancanhas: a cerimónia do Ulém
Teresa Montenegro
Kasisas: marginais deste e do outro mundo
Carlos António Gomes
Psiquiatria e saúde mental na medicina tradicional dos países em desenvolvimento
Samba Mbuub
Educação e conflito cultural: a experiência do Senegal na utilização das línguas nacionais
Documentos
A nova lei da imprensa na Guiné-Bissau
Raul Mendes Fernandes
Notas de leitura: Promotores e promovidos

N.º 14, julho de 1992
AUTOR
ARTIGO
Faustino lmbali
Um olhar sobre o sistema alimentar balanta: o caso das tabancas de Mato Farroba e Cantone
Carlos Cardoso
A ideologia e a prática da colonização portuguesa na Guiné e o seu impacto na estrutura social, 1926-1973
Gertrud Achinger
Efeitos do Programa de Ajustamento Estrutural sobre as condições económicas e sociais das mulheres da zona rural
Carlos Franco Liberato
Os conceitos de etnia e classes sociais: uma primeira aproximação dos instrumentos de análise da realidade africana
Hildo Honório do Couto
As consonantes pré-nasalizadas do crioulo da Guiné-Bissau
Documentos
Relatório do Residente de Cacheu em 1911
Alain Kihm 
Notas de leitura: Os 3 N'kurbados de Fernando Júlio

N.º 15, janeiro de 1993
AUTOR
ARTIGO
Jorge Cabral
O desafio da afirmação do português como língua de comunicação internacional
Patrick Chabal
O Estado pós-colonial na África de expressão portuguesa
Joshua B. Forrest
Autonomia burocrática, política económica e política num Estado 'suave': o caso da Guin􀁹­Bissau pós-colonial
Eve L. Crowley
Chefes de posto e chefes da terra: dinâmica de dominação e autodeterminação na região de Cacheu
Teresa Montenegro
Breve notícia da Revolução Triunfante
Carlos Lopes
Notas de leitura: Amílcar Cabral, 20 anos depois
T. Bruno Mukendi
África e a recusa do desenvolvimento: um pensamento controverso

N.º 16, julho de 1993
AUTOR
ARTIGO
Peter Karibe Mendy
A herança colonial e o desafio da integração
Raul Mendes Fernandes
Partido único e poderes tradicionais
Filomena Embaló
Os desajustes do Programa de Ajustamento
Wilson Trajano Filho
A tensão entre a escrita e a oralidade
Fafali Koudawo
A ajuda económica como instrumento político:
uma perspectiva histórica
Cornélia Giesing
Agricultura e resistência na história dos Balanta-Bejaa
Documentos
Ofício do Comandante de Farim à Secretaria do Governo da Guiné (1895)
Johannes Augel
Notas de leitura: Bissau – Estratégias de sobrevivência numa cidade da Africa Ocidental, de Josef Kasper


N.º 17, janeiro de 1994
AUTOR
ARTIGO
Carlos Cardoso
A transição democrática na Guiné-Bissau: um parto difícil
Raul Mendes Fernandes
Processo democrático na Guiné-Bissau
Manuel Nassum
Política linguística pós-colonial: ruptura e continuidade?
Renato Aguilar & Mario Zeján
Ajustamento estrutural na Guiné-Bissau
Rosematy E. Galli
A ausência de capitalismo agrário na Guiné-Bissau durante o regime do Estado Novo
João Dias Vicente
Padre Henrique Lopes Cardoso, um sacerdote guineense digno de ser conhecido
Documentos
Correspondência sobre o padre Henrique Lopes Cardoso (1884-1902), João Dias Vicente
Johannes Augel
Notas de leitura: Mulher. Ritual e Poder

N.º 18, julho de 1994
AUTOR
ARTIGO
Carlos Lopes
A pirâmide invertida: historiografia africana feita por africanos
Mário Espinosa
Ponteiros na Guiné-Bissau: o processo de concessão de terras
Teresa Montenegro
Provérbios crioulos: a arquitetura das imagens
Wilson Trajano Filho
Invisíveis e liminares: a sociedade crioula e os seus heróis
Moema Parente Augel
A prosa literária guineense
Charles de Lespina
Toponímia e língua baynuk como indicadores da história de Casamansa antes do século XVI
Documentos
Auto de acquisição da Ilha de Orango (1861), Raul Mendes Fernandes
Fafali Koudawo
Notas de leitura: Quando a luta continuava

N.º 19, janeiro de 1995
AUTOR
ARTIGO
David González
Os primeiros guineenses em Cuba
Philip J. Havík
Relações de género e comércio: estratégias inovadoras de mulheres na Guiné-Bissau
Gustavo Callewaerr
Algumas definições de programas de língua de ensino em situações de multilinguismo
Luiz de Sena
Uma experiência de integração da educação na Guiné-Bissau
Fafali Koudawo
Educação e teorias de desenvolvimento:
o que há de novo?
Documentos
Dez anos de INEP
Fafali Koudawo
Notas de leitura: À Procura do Cristo Mancanha

N.º 20, julho de 1995
AUTOR
ARTIGO
Lars Rudebeck
Reler Cabral vinte anos depois
Mamadú Jao
A questão da etnicidade e a origem étnica dos Mancanhas
lnger Callewaert
Fyere Yaabte: um movimento terapêutico de mulheres na sociedade balanta
Raul Mendes Fernandes
Contradições entre linhagens dominantes
e classes de idade nos Bijagó
Jean-Louis Rougé
A propósito da formação dos crioulos de Cabo Verde e da Guiné
Carlos Lopes
Basta! Para um diagnóstico alternativo da crise africana
Roy van der Drift
Notas de leitura: À procura dos outros