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3 de fevereiro de 2010

ANTI-ISLAMISMO NA EUROPA


parece um filme de terror... não?
Que os muçulmanos árabes obriguem as suas mulheres a usar burka, condeno, mas compreendo, porque é um povo orientado para dentro, com barreiras criadas por séculos de religiosidade aguda. Agora, que a supostamente ilustrada e mentalmente aberta Europa esteja a copiar os passos aos árabes já é algo que não consigo digerir. 

Primeiro começou a Suiça a proibir os minaretes porque são elementos que publicitam a religião islâmica e eles, como são laicos, não podem permitir isso. Hipócrita, muito hipócrita, um país cujo hino nacional foi escrito por um padre e que parece mais um hino religioso do que nacionalista e que diz que Deus vive ali (ou será por isso que não querem lá os minaretes, para Deus não se zangar com coisas feitas para o Alá?), a proibir publicidade islâmica.


Catedral de S. Gallen, Suiça
Não vamos falar da campanha americana anti-islâmica em prol do petróleo, disfarçada de luta contra terrorismo, simplesmente porque América não conheceu Sócrates, Platão, Cícero ou Adriano, nem teve um Robespierre ou um Rosseau. Por essa razão, vamos à França de Liberté, Egalité et Fraternité para vermos Sarkozy (ou lá como se escreve isso) a proibir o uso de burka na França e compreende-se como a época do obscurantismo está a voltar para instalar. A inquisição moderna já não precisa de Deus quando tem o parlamento. Este é um ataque directo aos islamitas e fundamentalmente à liberdade.

Há mulheres muçulmanas, religiosas, que usam burka porque a fé que professa exige o seu uso e ela acredita nisso, embora não negue que boa parte delas, senão a maioria, a usa porque é obrigada pelo respectivo marido. Se era contra isso que a França queria lutar, a medida não passa pela implementação da lei de proibição. 

O que virá a seguir? A proibição do uso de turbantes, do uso de túnicas, vão também derrubar minaretes, vão mandar secar o Ganges... ups! isso é já com os hindus e com a Índia... quando cegos estão no escuro é normal, mas quando ilustrados apagam a luz para ficarem no escuro (como refere Pascal), a coisa fede.

25 de janeiro de 2010

BIN LADEN NA ÁREA

Um Nigeriano quis desviar um avião... não conseguiu, ufa!, a segurança fez um bom trabalho. Resultado: vai-se implementar scans radiográficos e não sei de que tipo mais nos aeroportos e a moda vai ser exportada, tecnologia nova para vender. Depois de algum tempo vai passar para estações de comboios, portos e companhia, e vai-se fabricar para uso pessoal (suposição minha).

Alguns dias depois, fala o Bin Laden a dizer-se autor e orquestrador do atentado e a exigir paz na faixa de Gaza em troca de menos atentado. Não vos parece ridículo? É verdade, eu sou um grande admirador de teorias de conspiração, mas querem dizer que isto não é irrisório. Quer dizer, o logotipo de Bin Laden agora vai ser um avião a chocar com uma torre?













Obama está sob grande pressão, necessita de fazer cumprir as suas promessas e manter a boa imagem e necessita de salvaguardar os interesses dos impulsionadores da sua campanha. Era para tirar o pessoal do Iraque, mas mandaram mais para Afeganistão, era para acabar com o Guantanamo, mas prometeram mandar para lá os haitinianos que tentarem entrar por vias impróprias na América, era para fazer uma coisa qualquer que não me lembro de momento, mas agora estão com olhos no Iemén. E só espero que não o invadam porque desconfiaram que Bin Laden casou com uma iemenita.

A América precisa de medo para viver, precisa de choques e controvérsias para terem nas ruas activistas e mostrarem o quanto são defensores de direitos humanos e da liberdade de expressão.

Mais rápido eu acreditava que foi Michael Jackson a orquestrar o atentado nigeriano do que Bin Laden. Agora só falta ouvirem uma gravação do Bin Laden a dizer que foi ele quem fez a chacina no quartel texano mascarado de psicólogo.